Domingo, 29 Noviembre 2020

logo para cedet                                     Año 2020. Edición N° 11

TEMA Los riesgos que genera la crisis de la pandemia en los niños, niñas y adolescentes afrodescendientes

POLÍTICA

  • La democracia del virus

    La democracia del virus

    Por Daniel Mathews (Perú) "La democracia, en su magnífica ecuanimidad, prohíbe, tanto al rico como al pobre, dormir bajo los puentes, mendigar por las calles y robar pan" por Anatole France. El señor Roque (esto, por cierto, es ficción) sale de la piscina de su casa para ver el noticiero en

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  • Ɓiopoder y Necropolítica en la Covid-19 Miguel Otávio Santana da Silva

    Ɓiopoder y Necropolítica en la Covid-19 Miguel Otávio Santana da Silva

    Por Alessandra Corrêa de Souza (Brasil) "Si hubiera sido yo, mi cara estaría en las portadas, como ya vi en varios casos de televisión. Mi nombre estaría en portadas y mi cara estaría en todos los medios. Pero el de ella no puede estar en los medios, no se puede

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  • Los riesgos generados por COVID-19 para la población negra

    Los riesgos generados por COVID-19 para la población negra

    Por Amauri Queiroz (Brasil) La crisis del coronavirus definitivamente expuso la enorme desigualdad social y económica entre blancos y negros en todo el mundo. Uno de los principales problemas que afecta directamente a la precisión de los límites de la pandemia es la información. Graves son las inconsistencias en los

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  • Pode a infância preta ser feliz?

    Pode a infância preta ser feliz?

    Por Fátima Santana Santos (Brasil) Comecemos pelo começo... Para falar de infância não poderia deixar de narrar sobre a minha própria infância enquanto menina negra e favelada.  Não é fácil nascer criança negra e pobre, logo e muito cedo as questões que envolvem racismo, preconceito e discriminação batem na nossa

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  • Riesgos que genera la crisis de la pandemia en los niños afrodescendientes

    Riesgos que genera la crisis de la pandemia en los niños afrodescendientes

    Por Elmer Mauricio Enriquez Bermudez (Guatemala) Livingston, Guatemala C.A./2020. A leguas se nota las evidencias y los grandes retos, desafíos y problemas que han enfrentado y deben de seguir enfrentando los niños y niñas afrodescendientes de nuestras comunidades desde el inicio de la presente pandemia, la comunidad garifuna y afrodescendiente está

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  • Las víctimas invisibles de la pandemia – niños y niñas afroperuanos

    Las víctimas invisibles de la pandemia – niños y niñas afroperuanos

    Por Mónica María Salazar Suárez (Perú) Palabras clave: Pandemia. Violación. Violencia contra la mujer. Violencia sexual. Embarazo adolescente. Niñas y adolescentes afro.   En un taller dirigido a los adolescentes afroperuanos de la comunidad de San Gabriel en el distrito de Villa María del Triunfo, pedí a los participantes proponer temas

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  • Pensar la educación, soñar el futuro

    Pensar la educación, soñar el futuro

    Por Julio E. Pereyra Silva (Uruguay) La pandemia de Covid-19 evidenció aun más la trama de desigualdades sobre la que se sostienen nuestras sociedades. Y comprobar que, ante una tragedia de esta dimensión, quienes están en situación de fragilidad -fragilidades para ser más justos- sencillamente van a estar peor. Los Estados,

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  • Impacto del COVID-19 en niñas, niños y adolescentes afrodescendientes en las Américas

    Impacto del COVID-19 en niñas, niños y adolescentes afrodescendientes en las Américas

    Por Joanna Drzewieniecki (Estados Unidos) “Si bien es cierto que el riesgo de enfermar gravemente por COVID-19 en niñas, niños y adolescentes es menor en comparación con otros grupos de la población, la realidad nos demuestra que los aparentemente ‘menos vulnerables’ están entre los más impactados, porque contagiados o no,

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Pode a infância preta ser feliz?

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Por Fátima Santana Santos (Brasil)

Comecemos pelo começo...

Para falar de infância não poderia deixar de narrar sobre a minha própria infância enquanto menina negra e favelada.  Não é fácil nascer criança negra e pobre, logo e muito cedo as questões que envolvem racismo, preconceito e discriminação batem na nossa porta.

Eu  cresci desejando marcas identitárias que não eram minhas, cresci não gostando dos meus lábios e do meu corpo, cresci achando que as experiências produzidas na minha comunidade não deveriam ser valorizadas, cresci motivada  muitas vezes  autoodio,  eu não gosta do que via no espelho, cresci pensando que tudo que era branco era mais belo e mais bonito.

[...] Foi a comparação dos sinais do corpo negro (como o nariz, a boca, a cor da pele e o tipo de cabelo) com os do branco europeu e colonizador que, naquele contexto, serviu de argumento para a formulação de um padrão de beleza e de fealdade que nos persegue até os dias atuais. Será que esse padrão está presente na escola? A existência de um padrão de beleza que prima pela “brancura”, numa sociedade miscigenada como a nossa, afeta ou não a nossa vida nas diferentes instituições sociais em que vivemos? Essas representações estão presentes na escola? Como? [...] (GOMES, 2002, p. 42).

Começo pela minha infância para debater, problematizar sobre as representações e sobre como as crianças negras constroem suas identidades em sua caminhada pela infância. Pergunto-me como as crianças negras sobrevivem diante de todas as experiências negativas e as microviolências imposta pelo racismo, vivenciadas desde muito pequenas.

Texto completo aquí.


Biografía profesional

Mestra em Ensino das Relações Étnico-Raciais pela Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Coordenadora Pedagógica do CMEI Dr. Djalma Ramos, integrante do grupo de pesquisa Lêtera Negra (UFSB) e do grupo de pesquisa PROTOCOLOS DE CONVIVIALIDADE: performance, pedagogia e saberes anticoloniais, Universidade Estadual de Maringá (UEM). Foi ganhadora do Prêmio Arte na escola Cidadã no ano de 2015. Atualmente é pesquisadora através do Edital Equidade Racial na educação básica (CEERT) com o projeto, Por uma infância escrevivente: Práticas de uma educação antirracista.

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