Jueves, 25 Febrero 2021

logo para cedet                                            Año 2021. Edición N° 13 / Registro ISSN-L: 2709-8079

TEMA Demandas y desinterés de los partidos políticos frente a los movimientos sociales afrodescendientes

 

D´Cimarrón N° 13

  • Movimientos sociales afrodescendientes demanda y desinterés de los partidos políticos (*)

    Movimientos sociales afrodescendientes demanda y desinterés de los partidos políticos (*)

    Por Beatriz Ramírez Abella (Uruguay)     Si tenemos que determinar algo podemos afirmar que los formas organizativas de las personas afrodescendientes comenzaron con la trata esclavista transatlántica. Generador del proceso de acumulación capitalista. Teniendo como costo haber sido el genocidio más grande de la historia.  Mujeres, hombres y niños africanos sustraídos,

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  • Afrobolivianos: El Estado plurinacional y la participación política en un contexto de minoría

    Afrobolivianos: El Estado plurinacional y la participación política en un contexto de minoría

    Por Juan Carlos Ballivián (Bolivia) En el contexto de la Real Audiencia de Charcas (hoy Estado Plurinacional de Bolivia) al pueblo afro le correspondió compartir con los aymaras, quechuas entre otros, el periodo de esclavización y explotación tanto individual como colectiva. Los africanos por su naturaleza genotípica de origen y

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  • Movimientos sociales afrodescendientes demandas y desinterés de los partidos políticos (**)

    Movimientos sociales afrodescendientes demandas y desinterés de los partidos políticos (**)

    Elmer Mauricio Enríquez Bermúdez (Guatemala) Los movimientos sociales se han formado de una u otra forma para hacer un gran frente y presionar a los partidos políticos de derecha. Una de las fuertes causas para llevarlo a cabo y accionar de esta forma es debido a las innumerables injusticias cometidas

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  • Argentina, un país que se cree fenotípicamente blanca y culturalmente europea. ¡Argentina también es afro!

    Argentina, un país que se cree fenotípicamente blanca y culturalmente europea. ¡Argentina también es afro!

    Por Denise Luciana de Fátima Braz (Brasil) Durante un viaje de vacaciones a Buenos Aires, Argentina en 2012 decidí hacer una maestría en el país porque me llamó demasiado la atención la nítida ausencia de personas fenotípicamente negras en las calles, o lo que yo entendía y percibía como negros/as.

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  • Movimientos sociales afrodescendientes: demandas y desinterés de los partidos políticos (***)

    Movimientos sociales afrodescendientes: demandas y desinterés de los partidos políticos (***)

    Por Ana Mariela Araya Orellana (Chile) Con este artículo pretendo dejar en manifiesto la participación cada vez más empoderada de las personas en condición migratoria residentes en Chile,  particularmente me refiero a los ciudadanos afrodescendientes provenientes de Haití, quienes a falta de garantías reales que favorezcan su regulación en el territorio

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Pode a infância preta ser feliz?

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Por Fátima Santana Santos (Brasil)

Comecemos pelo começo...

Para falar de infância não poderia deixar de narrar sobre a minha própria infância enquanto menina negra e favelada.  Não é fácil nascer criança negra e pobre, logo e muito cedo as questões que envolvem racismo, preconceito e discriminação batem na nossa porta.

Eu  cresci desejando marcas identitárias que não eram minhas, cresci não gostando dos meus lábios e do meu corpo, cresci achando que as experiências produzidas na minha comunidade não deveriam ser valorizadas, cresci motivada  muitas vezes  autoodio,  eu não gosta do que via no espelho, cresci pensando que tudo que era branco era mais belo e mais bonito.

[...] Foi a comparação dos sinais do corpo negro (como o nariz, a boca, a cor da pele e o tipo de cabelo) com os do branco europeu e colonizador que, naquele contexto, serviu de argumento para a formulação de um padrão de beleza e de fealdade que nos persegue até os dias atuais. Será que esse padrão está presente na escola? A existência de um padrão de beleza que prima pela “brancura”, numa sociedade miscigenada como a nossa, afeta ou não a nossa vida nas diferentes instituições sociais em que vivemos? Essas representações estão presentes na escola? Como? [...] (GOMES, 2002, p. 42).

Começo pela minha infância para debater, problematizar sobre as representações e sobre como as crianças negras constroem suas identidades em sua caminhada pela infância. Pergunto-me como as crianças negras sobrevivem diante de todas as experiências negativas e as microviolências imposta pelo racismo, vivenciadas desde muito pequenas.

Texto completo aquí.


Biografía profesional

Mestra em Ensino das Relações Étnico-Raciais pela Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Coordenadora Pedagógica do CMEI Dr. Djalma Ramos, integrante do grupo de pesquisa Lêtera Negra (UFSB) e do grupo de pesquisa PROTOCOLOS DE CONVIVIALIDADE: performance, pedagogia e saberes anticoloniais, Universidade Estadual de Maringá (UEM). Foi ganhadora do Prêmio Arte na escola Cidadã no ano de 2015. Atualmente é pesquisadora através do Edital Equidade Racial na educação básica (CEERT) com o projeto, Por uma infância escrevivente: Práticas de uma educação antirracista.

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